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28 de Maio de 2018, 07h:00 - A | A

POLÍCIA / FACADAS EM GRÁVIDA

Pai matou bebê na barriga da mãe por achar que filho era de outro

Mãe estava grávida de 9 meses e perdeu o bebê ao ser esfaqueada na barriga. Ela vivia um relacionamento abusivo, sendo constantemente agredida.

RepórterMT/Reprodução

A vítima foi socorrida, porém, o bebê nasceu morto no Hospital Municipal de Nova Mutum.

A vítima foi socorrida, porém, o bebê nasceu morto no Hospital Municipal de Nova Mutum.

RAUL BRADOCK
DA REDAÇÃO



Márcio Bertoso Barbosa confessou à juíza Ana Helena Alves Porcel Ronkoski, que esfaqueou a barriga da esposa, grávida de 9 meses, por desconfiar que o filho não era dele. O bebê morreu, mesmo após médicos realizarem uma cirurgia cesariana emergencial.

O crime aconteceu na quitinete em que o casal morava em Nova Mutum (269 km de Cuiabá). Relatos afirmam que a vítima vivia um relacionamento abusivo com o agressor e que no dia do fato teve uma briga com ele, afirmando que sairia de casa.

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O assassino teve prisão preventiva decretada na audiência de custódia, na qual afirmou que as discussões eram constantes por desconfiar que o filho não era seu. Ele ainda confessou que esfaqueou a esposa por achar que ela iria para casa de outro homem ao vê-la arrumando as malas.

“Informa que ficou imbuído de ciúmes achando que sua esposa iria para de outro homem e sem pensar nas consequências pegou uma faca e esfaqueou a barriga da sua esposa quando a mesma estava se deslocando pelo corredor que dá acesso da sua casa até o portão de saída”, consta no depoimento do agressor.

A gestante correu para a rua e caiu no chão. Testemunhas acionaram o Corpo de Bombeiros, que levou a vítima para o Hospital Municipal de Nova Mutum, onde passou por cirurgias de emergência, porém, o bebê já não apresentava sinais vitais.

O marido ficou no local do crime, detido por testemunhas, porém, foi rapidamente levado para delegacia, pois populares queriam matá-lo.

“Desta forma, considero válida a decretação da prisão preventiva daquele que mantém postura agressiva e desequilibrada contra um semelhante que acabou por atingi-lo com 1 golpe de faca em região letal, provocando o óbito do próprio filho, justificando, assim, a manutenção da sua segregação cautelar como forma de resguardar a ordem pública”, decidiu a juíza.

Ele foi enquadrado no crimes do art. 125 do código penal  (provocar aborto, sem o consentimento da gestante) e artigo 121, homicídio.

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Mauro Caldas Barros 28/05/2018

EXTREMAMENTE DEMONÍACO !!!!

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1 comentários