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Cuiabá, 31 de Agosto de 2025
31 de Agosto de 2025

22 de Outubro de 2021, 09h:30 - A | A

POLÍCIA / GRILAGEM DE TERRAS

Bandidos sequestram e torturam funcionário de fazenda

Crime ocorreu no dia 09 de setembro. Vítima foi amarrada pelos braços e pernas e ameaçada de morte por quase dois dias.

DA REDAÇÃO



Um homem foi preso pela Polícia Civil na quarta-feira (20) acusado de sequestrar e torturar o funcionário de uma fazenda, Vale do São Domingos (491 km de Cuiabá).

Segundo a Polícia Civil, o bandido é investigado pelos crimes de tortura, sequestro e cárcere privado, que envolvem grilagem de terras na região.

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Contra o alvo da prisão foi cumprido também mandado de busca, que resultou na apreensão de quatro armas de fogo, duas delas de pressão, mas adaptadas, além de luneta, munições.

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Outro bandido também foi preso pela PJC, por posse ilegal de arma de fogo e contra ele foi constatado um mandado de prisão preventiva oriundo da Comarca de Ji-Paraná (RO).

Crime

Conforme a apuração realizada pela equipe de investigação da Delegacia de Pontes e Lacerda, no dia 09 de setembro deste ano, a vítima, de 44 anos, voltava por uma estrada rural quando foi abordada por duas pessoas. Armados com uma carabina e um revólver, os suspeitos realizaram disparos contra o veículo e próximo da vítima, a obrigando parar e fazendo ameaças, de que estavam há tempos procurando pela vítima.

Em seguida, os suspeitos mandaram a vítima deitar no chão e lhe amarraram os braços, a conduzindo em seguida para a fazenda onde foram cumpridas as buscas nesta quarta-feira.

Na propriedade, a vítima permaneceu amarrada pelos braços e pernas a noite toda e a todo momento, os suspeitos apontavam uma arma de fogo e faziam ameaças de morte.

Posteriormente, a vítima foi levada até outro local, onde havia sinal de celular, e os suspeitos fizeram contato com outra pessoa. Depois, fizeram dois disparos próximos à cabeça da vítima que, em seguida, sofreu novas ameaças de morte e tortura, inclusive contra sua família.

No dia seguinte, por volta das 15 horas, a vítima foi liberada do cárcere privado e procurou a Polícia Civil, informando que trabalha há vários anos na região e não havia passado anteriormente por nenhuma situação semelhante.

A partir das informações coletadas, o delegado Marlon Luz representou pelas medidas judiciais, necessárias para coletar novos elementos que vão subsidiar o inquérito sobre  prática dos crimes de tortura, sequestro e cárcere privado, além do possível envolvimento de outras pessoas. 

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