DA REDAÇÃO
A situação da Segurança Pública em MT, de fato, não é das melhores, mas o uso político dos últimos acontecimentos não é nada louvável. As mortes do major da PM, Claudemir Gasparetto, na semana passada, do soldado da PM, Danilo César, nesta segunda-feira, em Cuiabá e da funcionária da Casa de Câmbio Rápido, Karina Fernandes Gomes, de 21 anos, viraram temas de bravatas no Congresso Nacional.
Em época de eleição tudo soa tendencioso. Pedro Taques (PDT), pré-candidato ao governo e Jayme Campos, pré-candidato à reeleição ao Senado, aproveitaram o momento de comoção social para fazer palanque eleitoral usando a tristeza e dor alheias.
A Segurança é falha, é verdade, mas aproveitar o momento de comoção para tirar proveito político e posar de salvadores da pátria é, no mínimo, constrangedor. Jayme governou o estado nos anos 90 e a situação era de caos na Segurança. sua grande ação foi a compra do Águia Uno, da PM - que aliás, foi perdido após queda na Serra de São Vicente.
No Senado, precisa mostrar mais eficiência. Sua cidade, Várzea Grande, vive à beira do caos. Já o senador Taques - candidatíssimo ao governo - se esquece de que sempre pregou que era errado usar mandato como trampolim, mas não faz nada diferente disso hoje, já que ainda lhe faltam 4 anos de Congresso.
















