CAMILLA ZENI
DA REDAÇÃO
O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), afirmou que a decisão de permitir ou proibir a adoção de um “passaporte da vacina” para a circulação dos moradores cabe à gestão municipal. Entretanto, ele diz que não deve haver problemas em relação à proibição do documento em todo o Estado, como foi sancionado pelo governador Mauro Mendes (UB) na segunda-feira (14).
Emanuel destacou o avanço da campanha de vacinação na Capital, que já aplicou mais de 1,1 milhão de doses, e citou que os dados da covid-19 apontam um “retorno da normalidade”. Por isso, ele acredita que a prefeitura também deva seguir a linha de não exigir um documento de comprovação da vacinação. Ele acrescentou que, no entanto, essa decisão seria exclusiva dos municípios.
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“Acho que toda medida que se una ao município, que é o grande responsável pela política sanitária da sociedade, não vejo problema. Acho que já caminha para isso mesmo. Agora, ele não pode proibir, definir uma política pública, porque a autoridade sanitária do município é o prefeito. Mas acho que não vai ser polêmico. Acho que o momento é de prepararmos à volta da normalidade, ao novo normal”, disse.
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A Lei n. 11.685 proíbe a exigência de qualquer comprovante de vacinação para acessar estabelecimentos públicos e privados em Mato Grosso. Após a sanção da lei, o Ministério Público Estadual se manifestou e já acionou a Justiça contra a proposta.












