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Cuiabá, 07 de Junho de 2026
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15 de Janeiro de 2021, 16h:57 - A | A

GERAL / ASSÉDIO SEXUAL

Sete advogadas passam a defender jovem que acusou presidente do Indea

A banca vai analisar o inquérito policial e acompanhar os processos judiciais e administrativos relativos ao caso.

DA REDAÇÃO



Uma banca formada por sete advogadas passa a representar a ex-servidora do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea/MT) que denunciou o presidente da autarquia de assédio sexual. 

A banca vai analisar o inquérito policial e acompanhar os processos judiciais e administrativos relativos ao caso.

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“A situação é delicada e deve ser apurada com todo rigor e comprometimento, e a defesa da vítima está empenhada para que o ocorrido não passe impune”, diz trecho de nota divulgada à imprensa.

As advogadas que compõe a banca são: Luciana Serafim, Samira Pereira Martins, Cláudia Aquino de Oliveira, Flávia Moretti, Lorena de Arruda, Adriana Cardoso e Bárbara Lana.

O presidente do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso voltará de férias na próxima segunda-feira (18).

A partir desta data, ele terá a oportunidade de se explicar sobre a denúncia, segundo o governador Mauro Mendes (DEM), disse em entrevista coletiva na noite de quarta-feira (13).

“Ele está de férias, portanto, ele está afastado. Ele retorna na segunda-feira, vai ter a oportunidade de se explicar e dependendo do que ele conversar com as áreas técnicas do governo, alguma decisão poderá ser tomada”, afirmou. 

O caso envolvendo o nome de Marcos Catão veio à tona no início desta semana.

Uma ex-funcionária do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), de 19 anos, acusou o presidente da autarquia de assédio sexual durante o trabalho.

Ela pediu exoneração do cargo.

Um boletim de ocorrência foi registrado na Polícia Civil, em novembro do ano passado.

A jovem relatou que trabalhava no local há 7 meses e que, há 4 estava sob a chefia de Marcos Catão.

Ela disse que precisava entrar no gabinete com frequência para servir café e mostrar o cardápio para o chefe e pedir refeições.

No dia 12 de novembro de 2020, quando foi levar uma jarra de água no gabinete, a jovem conta que foi assediada sexualmente.

Consta no boletim de ocorrência que o chefe disse que não precisava ficar de máscara e, em seguida, começou a “massagear o pênis” enquanto olhava para ela. A servidora disse ter ficado em choque.

Depois do assédio, ela foi encorajada pelo pai a pedir demissão e registrar o boletim de ocorrência.

OUTRO LADO

Marcos Catão afirmou que não praticou nenhum ato de assédio ou importunação sexual contra uma ex-servidora da autarquia.
A afirmação está em uma nota de esclarecimento feita por seu advogado Francisco Faiad.

“O Sr. Marcos tem a consciência tranquila de que nunca cometera qualquer ato de assédio ou importunação sexual contra quem quer que seja, tendo agido sempre com respeito e hombridade nas relações com os demais servidores do Indea, do qual é servidor de carreira”, diz trecho da nota de esclarecimento.

Ainda segundo o posicionamento, em dezembro, Catão solicitou cópia integral da denúncia, mas até agora não obteve resposta.

Ele aguarda “sereno ser convocado para depor na Delegacia da Mulher e ter os fatos investigados na seara criminal e administrativa, quando sua inocência será declarada”.

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Luciano 16/01/2021

Que irônico... Luciana Serafim que já deu bafão querendo bater no ex marido...

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1 comentários