RepórterMT

O Fórum Sindical que está negociando desde janeiro com a equipe financeira do governador Pedro Taques (PSDB) articula 30 carreiras.
DA REDAÇÃO
Esta terça-feira (24) deve ser de grande movimentação dos servidores do Estado, que reivindicam o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) de 11,28%.
No início da manhã, já há concentração no Centro Político Administrativo, para uma passeata, prevista para sair entre 9h e 10 horas, passando pelas Secretarias, com a intenção de chamar a atenção do governador Pedro Taques (PSDB).
No início da manhã, já há concentração no Centro Político Administrativo, para uma passeata, prevista para sair entre 9h e 10 horas, passando pelas Secretarias, com a intenção de chamar a atenção do governador Pedro Taques (PSDB).
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O Fórum Sindical que está negociando desde janeiro com a equipe financeira do governador Pedro Taques (PSDB) articula 30 carreiras, e todas elas estão orientadas a chamar assembleias próprias, para encorpar ou não o movimento coletivo pela RGA. Servidores das áreas de saúde e meio ambiente, desenvolvimento econômico e social e também os que atuam na área instrumental do Governo de Mato Grosso já decidiram que vão entrar em greve.
Se de nada adiantar os chamados "avisos" de ambas as partes, uma greve conjunta está prevista para o dia 31 de maio. "Não estamos blefando", reforça o sindicalista James.
Os Policiais Militares, que estão impedidos estatutariamente de fazer greve, entram em "operação tartaruga".
Os servidores da área agrícola também já deicidram que não vão aderir ao movimento.
A paralisação desta terça-feira, que deve se estender até amanhã, quarta (25), é um aviso para Taques, como diz o sindicalista James Rachid, um dos líderes do Fórum Sindical. "Ainda estamos tentando encontar saídas para evitar a greve. E parece que o quem está se afastando do diálogo é governador Pedro Taques", reclama, se referindo à postura da equipe econômica de Taques que se mantém inflexível, argumentando que não há recursos para reajuste no momento, devido à crise.
Da parte do governo, o aviso é que, se forçarem um reajuste, haverá atraso salarial.
Se de nada adiantar os chamados "avisos" de ambas as partes, uma greve conjunta está prevista para o dia 31 de maio. "Não estamos blefando", reforça James Rachid.















alexandre 24/05/2016
Todos contra o Napoleão o Cuiabano Pedrinho Malvadeza e nada Modesto...
1 comentários