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30 de Maio de 2016, 17h:15 - A | A

GERAL / CONTRAPROPOSTA

Servidores aceitam parcelamento de RGA de 11,28%, desde que seja pago esse ano

Se o governo não der uma resposta ainda nesta segunda-feira a greve geral será mantida para esta terça. O governo quer dar 5% com parcelas em setembro e a outra só em janeiro de 2017

Assessoria

As partes tentam se entender, em um cenário de crise, para evitar greve geral

As partes tentam se entender, em um cenário de crise, para evitar greve geral

KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO



Após rejeitar a proposta de pagamento parcelado da Revisão Geral Anual (RGA) feita pela equipe financeira do governador Pedro Taques (PSDB), na manhã desta tumultuada segunda-feira (30), o Fórum Sindical, que articula 30 carreiras do Estado, entregou ao governo um contraproposta, no início da tarde, mas ainda não obteve resposta.

Sob a pressão do tempo, as partes tentam se entender, em um cenário de crise, para evitar greve geral deflagrada para esta terça-feira (31).

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Na contraproposta, os servidores aceitam o reajuste integral de 11,28% parcelado, “do jeito que o governo achar melhor, desde que respeite duas situações: seja tudo pago este ano e retroativo a maio”.

Taques ainda não respondeu se tem como acatar. Durante a tarde, o governador esteve reunido com os chefes dos poderes Legislativo e Judiciário, negociando um corte no duodécimo, para criar uma folga orçamentária em 2017.

Estado propõe reduzir 15% dos repasses aos poderes Judiciário e Legislativo

No início da manhã, o governo fez a proposta inicial de pagar 5% de reajuste, sendo 2% em setembro e 3% em janeiro de 2017, não retroativos à data base, que é maio. Os servidores consideraram a proposta "humilhante".

Servidores do Estado param a partir desta terça; eles rejeitaram proposta de Taques para parcelar RGA

O Fórum Sindical informou ao que, se o governo não der uma resposta ainda nesta segunda-feira quanto à contraproposta feita pelas carreiras, a greve geral será mantida para esta terça.

Não havendo acordo, o secretário de Estado de Gestão, Júlio Modesto, avisou que o Governo deve judicializar a questão, reivindicando a ilegalidade da greve.

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