KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO
Após rejeitar a proposta de pagamento parcelado da Revisão Geral Anual (RGA) feita pela equipe financeira do governador Pedro Taques (PSDB), na manhã desta tumultuada segunda-feira (30), o Fórum Sindical, que articula 30 carreiras do Estado, entregou ao governo um contraproposta, no início da tarde, mas ainda não obteve resposta.
Sob a pressão do tempo, as partes tentam se entender, em um cenário de crise, para evitar greve geral deflagrada para esta terça-feira (31).
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Na contraproposta, os servidores aceitam o reajuste integral de 11,28% parcelado, “do jeito que o governo achar melhor, desde que respeite duas situações: seja tudo pago este ano e retroativo a maio”.
Taques ainda não respondeu se tem como acatar. Durante a tarde, o governador esteve reunido com os chefes dos poderes Legislativo e Judiciário, negociando um corte no duodécimo, para criar uma folga orçamentária em 2017.
Estado propõe reduzir 15% dos repasses aos poderes Judiciário e Legislativo
No início da manhã, o governo fez a proposta inicial de pagar 5% de reajuste, sendo 2% em setembro e 3% em janeiro de 2017, não retroativos à data base, que é maio. Os servidores consideraram a proposta "humilhante".
O Fórum Sindical informou ao
que, se o governo não der uma resposta ainda nesta segunda-feira quanto à contraproposta feita pelas carreiras, a greve geral será mantida para esta terça.
Não havendo acordo, o secretário de Estado de Gestão, Júlio Modesto, avisou que o Governo deve judicializar a questão, reivindicando a ilegalidade da greve.















