DO REPÓRTER MT
A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) anulou a audiência pública realizada na Escola Estadual Professora Adalgisa de Barros, em Várzea Grande, no dia 23 de janeiro, que deveria discutir a transformação da unidade em uma escola militar. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (25), por meio da Portaria nº 070/2023, considerando o que dispõe a Lei Complementar nº 612/2019, artigo 71 da Constituição do Estado de Mato Grosso e seus incisos.
O evento deveria discutir, de forma democrática, a transformação da unidade educacional no modelo de gestão de Escolas Estaduais Militares, em conformidade com a Lei Ordinária nº 11.273/2020, o que não ocorreu, em razão de tumulto generalizado provocado por um grupo de pessoas.
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A portaria esclarece, entre outras razões, que a audiência sequer concluiu a 1ª etapa (apresentação do plano de trabalho) diante do alvoroço que se instaurou, tornando o ambiente num cenário de confusão, hostilidade e vandalismo, conforme demonstram diversos vídeos expostos em mídias sociais feitos no local.
Também, considerando que não houve debate democrático e votação conforme a regra para deliberar sobre a pauta da convocação.
Pessoas alheias ao processo foram ofensivas, agrediram verbalmente tanto os profissionais da Seduc-MT quanto os profissionais da Segurança Pública, além de incitarem os estudantes a praticar atos violentos, o que não coaduna com atitude em um ato solene administrativo.
Caberá à Diretoria Regional de Educação do Polo Várzea Grande, sob orientação da Secretaria Adjunta de Gestão Regional e Coordenadoria de Escolas Militares, organizar a realização de nova audiência pública ou outro processo análogo para a manifestação dos pais e estudantes.













Lili 27/01/2023
Infelizmente, sindicalistas só servem para isso mesmo, tumultuar e criar caos e baderna. Nunca, estiveram preocupados com a educação ou com os alunos, a luta da "classe" sempre foi por seus próprios interesses. Realmente, há uma lista enorme de espera, por vaga nas escolas militares. Esse tipo de consulta deveria envolver somente os pais, ou a sociedade local. Prestador de serviço, o que é o caso dos professores, se não estiverem satisfeitos, pedem pra sair, ou que sejam remanejados para uma escola, que lhe apraz, isso, se houver alguma... pois pensa num povo eternamente insatisfeito. Esses sindicatos tem que ser extintos, só servem, para tirar dinheiro da folha de pagamento dos professores honrados.
Joel 26/01/2023
Quem é contra escola militar? Os que só querem baderna e ensino com professores que aceitam atos criminosos dentro da escola, pessoa descente quer escola militar o resto que vá pra outra escola pública fumar seu baseado sem incomodar quem quer ser alguém na vida, um exemplo é a UFMT passo pelos corredores sinto cheiro de maconha e de sujeira!!!
Firmo Oliveira filho 26/01/2023
Esses alunos,professores e demais que formam o quadro do colégio Adalgisa, não querem liberdade de expressão,eles querem é libertinagem. Como um tal do colégio na região central de Cuiabá, só lacração, alunos totalmente sem conhecimento,esse EJA é uma vergonha,professores que só esperam o fim do mês para pegar o salário fácil.
FENIX 26/01/2023
FUI PROFESSOR NA ESCOLA ADALGISA E NA ÉPOCA O PROFESSOR RICARDO E O PROFESSOR JB ERAM GESTORES DAQUELA UNIDADE ESCOLAR E DURANTE A MINHA ESTADIA LÁ PRESENCIEI UM ÓTIMO AMBIENTE ESCOLAR. OS ALUNOS SÃO DE DIVERSAS REGIÕES DE VG, CONTUDO PELO MENOS COM A MINHA PESSOA SEMPRE RECEBI ENORME RESPEITO, POR TODOS. OS DOIS PROFESSORES SEMPRE MANTIVERAM A ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA E NÃO HAVIA BADERNA, POIS A COMUNIDADE ESCOLAR SEMPRE TRAZIA OS PAIS PARA PERTO DA ESCOLA. ESSA MANOBRA DE MILITARIZAÇÃO AINDA É UM PROJETO BOLSONARISTA E QUEM ESTÁ POR TRÁS DISSO É MEDEIROS E O TAL REI DO PORCO E ELES QUEREM EXPANDIR OS IDEAIS DO MILITARISMO. VEJA QUE ELES SÓ ATACAM ESCOLAS COM GRANDE PÚBLICO: NADIR DE OLIVEIRA, ADALGISA DE BARROS E OUTRAS POR AI. GRANDE PÚBLICO É MELHOR, POIS ECONOMIZA ESFORÇOS PRA PROPAGAR ESSAS IDEOLOGIAS ARCAICAS.
Mateus 26/01/2023
Baderna? Interessante isso, lutar pelo processo democrático condiz em baderna? Será que as outras escolas militares do MT teve votação democratico ou por imposição da Seduc?
Anônimo 26/01/2023
Foi só eu que vi mas essa professora ela não só fez agressão verbal, ela fez uma agressão física, ela empurrou e encostou no policial, isso ela teve sorte que além de ser agressão física é desacato a autoridade e desacato a autoridade da prisão. Ela também por praticar atos de violência poderia tranquilamente ser exonerada do cargo. Pois quem e concursado muitas vezes se esquece que existe um código de ética, e ela completamente quebrou esse código de ética, e para piorar ele é uma educadora, os atos dele corresponde o que ela deve fazer em sua área de atuação. Lamentável uma pessoa assim. Tem que ser exonerada. Isso não e atitude de um bom cidadão.
Fernandes 26/01/2023
Todos os anos milhares de pais vão em busca de uma vaga nas escolas militares espalhadas no país, Mato Grosso não é diferente, a procura por uma vaga é gigantesca, pois sabem a qualidade do ensino, a disciplina , a irmandade as quais são a base de toda unidade dessa modalidade de ensino, o que me trás estranheza é uma professora ter esse tipo de atitude.
Reizin 26/01/2023
Eu acho que polícia tem que estar na rua cuidado do cidadão não em escola cuidado de criança e adolescentes isso está errado muito errado
Marcos Pereira Santana Ribas 26/01/2023
O estilo dessa mulher e esquisita e nojenta e com. Certeza apoia todo tipo de esquerdopata
Ilze 26/01/2023
Infelizmente, isto é o novo normal. Baderna generalizada.
Afonsão 26/01/2023
Que nome se dá a um ser abjeto como esse? Democracia do ladrão da qual ela deve ser fã, eleitora e praticante dos mesmos atos q consagraram seu ídolo.
11 comentários