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27 de Maio de 2016, 15h:40 - A | A

GERAL / TREM DA COPA

Governo e Consórcio VLT pedem mais prazo à Justiça para tentar acordo

Impasse maior é financeiro, já que os empresários pedem R$ 1,6 bilhão a mais e o Estado só quer pagar meio bilhão.

Assessoria

Há dois anos, a população esperar para ver o trem circular.

Há dois anos, a população esperar para ver o trem circular.

KEKA WERNECK
DA REDAÇÃO



Após três reuniões de conciliação seguidas, o governo do Estado e os empresários do consórcio responsável pela obra do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá e Várzea Grande sinalizaram com a aproximação de um possível acordo e por isso pediram, em conjunto, mais prazo na Justiça Federal, onde tramita ação relativa ao empreendimento, que deveria ter ficado pronto para a Copa do Mundo e ainda está inconcluso.

As partes buscam uma saída para finalizarem o VLT, que já consumiu R$ 1 bilhão em recursos públicos e estava orçada inicialmente em R$ 1,4 bilhão.

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O Consórcio VLT pede mais R$ 1,6 bilhão, para conclui-lo. Já o governo do Estado, com base em auditoria contratada da KPMG, não aceita pagar mais que meio bilhão.

O empresariado que forma o consórcio alega que também contatou uma auditoria à  internacional Ernst & Young encima da feita pela KPMG e foram encontradas “discrepâncias”.

A obra está parada desde janeiro de 2015, quando Pedro Taques (PSDB) assumiu o governo e suspendeu todas as obras da Copa, para que passassem por profunda fiscalização. Muitas das obras tiveram seguimento, mas, pela complexidade do projeto, o destino do VLT ainda é uma incógnita.

Nas reuniões, que são fechadas, tem predonominado o clima amistoso entre as partes, como apurou o .

Estão participando das conversações representantes da Casa Civil, Procuradoria Geral do Estado (PGE), Controladoria Geral do Estado (CGE), Gabinete de Assuntos Estratégicos (GAE) e Secretaria de Estado de Cidades (Secid), além dos empresários.

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