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16 de Agosto de 2022, 10h:00 - A | A

GERAL / TIRO NA CABEÇA

Fazendeiro que matou engenheira será julgado nesta quinta

Jackson Furlan será julgado por homicídio qualificado contra Júlia Barbosa de Souza e por tentativa de homicídio contra o namorado dela.

JOÃO AGUIAR
DO REPÓRTER MT



O fazendeiro Jackson Furlan, acusado de matar a engenheira agrônoma Júlia Barbosa de Souza a tiros, em novembro de 2019, será julgado nesta quinta-feira (18). A data foi designada pelo juiz da 1ª Vara Criminal de Sorriso, Anderson Candiotto.

O julgamento chegou a ser marcado para o ano passado, mas a juíza Emanuelle Chiaradia decidiu adiar, pois ainda havia recursos pendentes da defesa e do Ministério Público.

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Agora, o juiz Anderson Candiotto determinando que o julgamento seja realizado de forma híbrida a partir das 7h30 desta quinta-feira. Jackson será julgado por homicídio qualificado contra Júlia e por tentativa de homicídio contra o namorado dela, Vitor Giglio Brantis Fioravante.

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Segundo o Ministério Público, o crime aconteceu na madrugada do dia 9 de novembro de 2019, quando Jackson Furlan, irritado no trânsito, sacou uma arma e atirou contra o carro do casal.

Naquela noite, conforme a denúncia, Vitor e Júlia estavam em uma caminhonete voltando para casa quando acabaram tendo que dirigir devagar em razão de um outro carro que estava à sua frente no trânsito.

No entanto, Jackson estava no carro de trás e ficou irritado com a lentidão. Com isso, ele passou a perseguir o casal pelas ruas da cidade.

O namorado de Júlia relatou que, ao perceber a perseguição, tentou despistar o produtor rural. No entanto, em uma avenida da cidade, Jackson acabou reencontrando o casal e, bêbado, atirou contra a caminhonete.

Júlia foi atingida na cabeça pelo tiro que entrou pelo vidro traseiro do veículo. Ela foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu durante a madrugada. À época do crime, a mulher tinha 28 anos e estava em Mato Grosso para visitar o namorado. Ela morava no Paraná.

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Alan 16/08/2022

Sério que ainda não julgou? A velha tartaruga judicial..

1 comentários

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