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Cuiabá, 07 de Junho de 2026
07 de Junho de 2026

05 de Março de 2021, 11h:37 - A | A

GERAL / MEDIDAS CONTRA COVID

Empresas de MT estimam prejuízo de R$ 360 milhões com restrição do comércio

Estudo de impacto econômico foi entregue ao governador Mauro mendes e pede mudanças em decreto

DA REDAÇÃO



As empresas de Mato Grosso devem sofrer prejuízo de R$ 360 milhões, sendo que somente o setor de bares e restaurantes pode ter prejuízo de R$ 154 milhões, em apenas 15 dias em que vigorar o decreto que restringe o funcionamento do comércio. Os números constam em um estudo de impacto econômico elaborado por 58 Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs) de MT.

O estudo foi entregue ao governador Mauro Mendes (DEM) e pede revisão do decreto que impôs o toque de recolher entre 19 h e 5 h. O decreto também limitou o funcionamento do comércio aos finais de semana, sendo permitido o funcionamento apenas até o meio dia.

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Esse documento foi elaborado com base em diversas solicitações de associados que fazem parte do movimento cedelista em Mato Grosso. São cidadãos que estão lutando para manter os seus negócios minimamente ativos e consequentemente os empregos de muitos trabalhadores”, afirma o presidente da CDL de Cuiabá, Célio Fernandes.

No documento, as CDLs relatam que o momento da saúde pública é grave e requer atenção, porém é preciso se ater também no impacto que as medidas restritivas podem causar para a economia mato-grossense. As medidas impostas pelo decreto poderão resultar na falência de empresas e o fechamento de postos de trabalho formais e perda de renda de muitas famílias.

As CDLs solicitam flexibilizações nos horários e sugerem algumas ações ao governo que podem ajudar no controle da disseminação do coronavirus, tais como: implantação de protocolos para monitoramentos de sintomas iniciais; intensificação na imunização da população com vacina; adoção de protocolos para prescrição do Kit Covid em fase de sintomas iniciais e de maneira preventiva; investimento na prevenção com disponibilização de vitaminas e outras; rígidos protocolos de isolamento de casos suspeitos e confirmados; preservação da população que fazem parte do grupo de risco; reativação de UTIs e/ou hospitais de campanha; utilização de prédios públicos, como estádios e ginásios para atendimento à população; intensificação das fiscalizações em estabelecimentos que não cumprem os protocolos de biosseguranças; campanhas de conscientização e distribuição de materiais orientativos; investimento para ampliação e facilitação para testagem; ampliação do sistema de transporte público e ampliação de horários de modo a limitar a quantidade de passageiros; distanciamento social, uso de máscara facial e disponibilização de álcool gel obrigatórios em todos em segmento públicos e privados; segmentação de protocolos para os mais variados tipos de comércio; sanitização de espaço públicos e privados.

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