Assessoria

O secretário de Educação do Estado tem percorrido as unidades tentando diálogo com os manifestantes.
DA REDAÇÃO
Estudantes da escola estadual Raimundo Pinheiro da Silva ocuparam a unidade, que está entre as maiores de Mato Grosso, em protesto à proposta do governo do Estado de implantar parcerias público-privadas para a gestão de serviços das unidades estaduais.
Com estas ocupações, os manifestantes já somam 15 escolas estaduais onde são realizadas as manifestações lideradas pela AME (Associação Mato-grossense dos Estudantes).
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A proposta do governo é considerada como privatização, tanto pela classe estudantil, quanto pelo Sintep (Sindicato os Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso).
Das 16 escolas ocupadas, sete estão em Várzea Grande, seis em Cuiabá e duas em Barra do Garças
O governador Pedro Taques (PSDB) nega que a proposta seja uma forma de privatização e alega que as manifestações têm sido articuladas com cunho político de retaliação aos governadores do PSDB pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).
A ocupação dos estudantes em escolas estaduais em Mato Grosso começou há pouco mais de uma semana em Várzea Grande e tem ganhado adesão também no interior do estado.
Das 15 escolas ocupadas, sete estão em Várzea Grande, seis em Cuiabá e duas em Barra do Garças.
O secretário de Educação do Estado, Marco Marrafon tem percorrido as unidades e tentado dialogar com os estudantes afirmando que a gestão por PPPs não é privatização.
O governo fará audiências públicas nas unidades para apresentar a proposta que para ser implantada deve ser aprovada em votação feita pelos alunos e professores.














