Os usuários do transporte coletivo da capital que não tiverem como recarregar o cartão transporte, poderão utilizar o meio de locomoção gratuitamente. É o que afirma a prefeitura de Cuiabá, por meio de nota divulgada no site do Alencastro. Essa foi a justificativa do prefeito de Cuiabá para vetar a volta dos cobradores de ônibus nos coletivos da capital.
Diz trecho da nota da prefeitura, que o vigente sistema de bilhetagem eletrônica, com a emissão de cartões magnéticos para a comprovação do pagamento da tarifa, não impede o acesso daqueles usuários que não dispuserem do cartão, sendo que, neste caso, serão transportados até o próximo ponto de venda, sem prejuízo à sua mobilidade. Caso até o seu destino final não tenha nenhum ponto de venda do cartão magnético, o transporte ocorre sem o pagamento da tarifa, assegurando a plenitude do acesso.
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Um outro ponto que levou o prefeito a barrar o projeto de lei foi a significativa redução de roubos no interior dos coletivos.Segundo nota da prefeitura, com a retirada da circulação de dinheiro das tarifas no interior dos ônibus, a partir da Lei 5.541/2012, houve significativa redução do número de assaltos. Estatísticas demonstram que, enquanto em 2011 houve 532 assaltos a ônibus do transporte municipal de passageiros, em 2012 este número reduziu para 290 e, em 2013, até o mês de julho, conta com apenas 88 casos. Enfim, se houve justificativa de segurança pública para a implantação do sistema de bilhetagem eletrônica, é um retrocesso possibilitar novamente a utilização de moeda corrente para ingresso nos veículos.
Esse foi um dos pontos que deve provocar muita polêmica com a volta do recesso legislativo municipal. Mauro Mendes (PSB) e os vereadores devem ter um início da próxima semana de muitos embates.








