DA REDAÇÃO
Dezenas de servidores sindicalistas montaram acampamento em frente à Assembleia Legislativa para pressionar os deputados a não votarem o pacote de medidas - chamado pelo Governo de ‘Pacto por Mato Grosso’.
Entre os projetos mais polêmicos, propostos pelo governador Mauro Mendes (DEM), estão a extinção de empresas públicas como o MTI, Desenvolve MT e Empaer. Também propõe uma normativa que, em tese, congela a concessão da Revisão Geral Anual (RGA) pelos próximos anos.
Além das medidas do pacto, os servidores ainda questionam o pagamento escalonado dos salários de dezembro de 2018, que serão pagos até o dia 30 de janeiro deste ano. Eles não aceitam a forma de pagamento e querem que os deputados estaduais rejeitem as propostas.
Os servidores querem, ainda, que as medidas sejam avaliadas pelos novos parlamentares, eleitos em outubro passado, que assumem seus mandatos em 1° de fevereiro.
Os sindicalistas pretende fazer um ato parecido com o de 2016 quando ficaram acampados em frente ao gabinete do ex-governador Pedro Taques (PSDB) greve geral pelo RGA.

















alexandre 22/01/2019
corta da turma dos 300 mil, os super duodecimos, não de barnabé que ganha 5 mil pra atender a população....
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