REDAÇÃO
A fusão entre PSL e DEM, que resultará no União Brasil, ocorrerá na noite desta terça-feira (08) com o julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O novo partido nasce com a maior bancada da Câmara dos Deputados, 81 parlamentares, muito maior que oposicionista PT, que tem 53.
Essa quantidade de lideranças políticas deve permanecer pelo menos até março, período da janela partidária - que é quando um parlamentar pode trocar de sigla sem ser punido pela legislação eleitoral.
Mesmo ainda perdido nas articulações para as eleições 2022 deste ano, sem saber quem apoiará à presidência da República, a nova sigla possui três nomes de vice para oferecer a qualquer chapa. Entre eles estão: Luciano Bivar (PE), presidente do PSL; Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), ex-ministro da Saúde, e Mendonça Filho (DEM-PE), ex-titular da Educação. Todos possuem dificuldades em disputas eleitorais.
Por outro lado, a união de DEM e PSL nasce com o maior fundo eleitoral para a campanha deste ano, na casa de R$ 1 bilhão.
Em Mato Grosso, os deputados Nelson Barbudo, Ulysses Moraes, Elizeu Nascimento, Delegado Claudinei e Gilberto Cattani já anunciaram que devem deixar o partido.
O governador Mauro Mendes, o senador Jayme Campos, Eduardo Botelho e Dilmar, todos Democratas, vão seguir no novo partido.












