DA REDAÇÃO
Dados da Secretaria do Tesouro Nacional apontam que o desequilíbrio nas contas de Mato Grosso começou a partir do terceiro quadrimestre 2018, durante a gestão do ex-governador Pedro Taques (PSDB), quando pela primeira vez o Estado ultrapassou o limite de 49% da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), usando 58% das receitas para o pagamento de pessoal.
Antes disso, o estudo mostra que de 2017 até meados de agosto de 2018, o Estado vinha respeitando o limite da LRF, oscilando os gastos entre 47% e 48%.
Atualmente Mato Grosso é o segundo Estado no Brasil com maior estouro da LRF, em relação ao gasto com pessoal, perdendo apenas para Minas Gerais.
O estudo revela que no primeiro quadrimestre deste ano, o Executivo usou 59% de sua Receita Corrente Líquida em gasto com pessoal, que representa 10% acima do limite estabelecido pela LRF (49%).

















Cuiabano raiz 30/06/2019
Faltou a explicação do motivo desse salto. Lembrando que o Irrf não era computado como pagamento na época de Pedro Taques, mas já na equipe de transição de Mauro Mendes, passou a ser computado elevando assim esse percentual e como consequência o estado de calamidade que não existiu e congelamento do rga. Sabe de nada inocente.
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