DA REDAÇÃO
A imagem da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) tem sofrido com as constantes investigações do Ministério Público Estadual (MPE). Nos últimos meses deste ano foram várias investigações, apreensões e prisões de políticos, servidores e empresários ligados a Casa de Leis.
Na última quinta-feira (24), o promotor Roberto Turim, responsável pela Operação Metástase deflagrada - na última quarta-feira (23) - pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), não descartou novas prisões, o que pode deixar ainda por mais tempo o Legislativo nas páginas policiais.
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Para o deputado Wilson Santos (PSDB) este é um momento importante para o Parlamento que está em fase de “limpeza”. Ele afirma que com a chegada do governador Pedro Taques (PSDB) ao governo do Estado, o processo “depuração” vai contaminar o Brasil a partir de Mato Grosso.
O governador Pedro Taques tem muito a contribuir. Com isso vamos desencadear um processo, em nível nacional, de acerto de contas, de depuração”, argumenta o líder do governo na ALMT.
“A Assembleia precisava passar por esse processo. E as demais, certamente, também serão alvo de uma ampla limpeza. O governador Pedro Taques tem muito a contribuir. Com isso vamos desencadear um processo, em nível nacional, de acerto de contas, de depuração”, argumenta o líder do governo na ALMT.
“A Assembleia precisava passar por esse processo. E as demais, certamente, também serão alvo de uma ampla limpeza", frisou o tucano.
Para ele, as últimas operações do MPE como foi o caso da Imperador, Ventríloquo, Sodoma (que atinge a CPI Sonegação Fiscal) e Metástase deflagrada na quarta-feira (23), provocarão um ‘efeito cascata’ e atingirá todos os legislativos do país.
"O Brasil, na verdade, já está vivendo esse processo, porém Mato Grosso está mais adiantado. E o nosso estado vai 'contaminar' o resto do Brasil com essa a limpeza ética”, defende Santos.
Mesmo diante de tantos problemas, Wilson é otimista e garante que agora é preciso seguir em frente para melhorar a imagem da Casa. Uma das principais sugestões seria implantar ferramentas de transparência.
“O Parlamento tem aprender com essas lições. Os deputados são passageiros, mas a instituição é definitiva. É preciso tirar dessas lições um aprendizado, para fazer da Assembleia uma ferramenta republicana, transparente e que possa ser útil à sociedade”, aconselha.
O tucano encerra destacando que é preciso dar ampla defesa aos acusados de corrupção tanto na ALMT como no governo do Estado para que apenas os culpados paguem pelos seus erros.“Todos têm direito a uma ampla e irrestrita defesa. E os que cometeram erros, que sejam julgados republicanamente e que paguem por seus erros”, defende.















cleiton 26/09/2015
Para que haja limpeza e uma real moralização tem que no mínimo igualar a quantidade de funcionário efetivo a de comissionado, sendo que hoje para cada 3 comissionado há apenas um efetivo. Uma casa de leis tem que dar exemplo, logo, cumprindo a Lei maior que é a Constituição Federal.
Silvio santos 26/09/2015
Será que o WS iria gostar que na ação que corre sobre o rodoanel começasse desta mesma maneira que aconteceu na AL, ele WS sendo preso, tendo que renunciar do cargo à época, ver seu nome joga nas lama, ele deveria interferir e não deixar os servidores serem exonerados sem antes ser julgados, falsa moralidade do presidente, o gabinete dele também recebeu verba na legislatura passada.
Tucaninho 26/09/2015
PRA FICAR LIMPO TEM QUE EXPURGAR PRIMEIRO VC MEU CARO WILSON PINOQUIO
3 comentários