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Senador deixará o cargo em 2028 após ficar em quarto lugar nas urnas e não conseguir se reeleger.
ANA ADÉLIA JÁCOMO
DO REPÓRTERMT
O senador Carlos Fávaro (PSD) utilizou suas redes sociais para comemorar a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a escala 6x1 e reduz a jornada máxima para 40 horas semanais no país, votada pelo Senado Federal na noite dessa quarta-feira (14). Em tom de despedida e comemoração, o parlamentar destacou o peso simbólico da decisão em Brasília.
"Só por esse dia já valeu muito a pena ser senador por Mato Grosso para votar o fim da escala 6 por 1. Para trazer dignidade aos trabalhadores e às trabalhadoras deste país. Dar mais dignidade a quem trabalha e conquista a sua vida com o suor do seu trabalho. Fim da escala 6 por 1, votada no Senado", declarou o senador em vídeo publicado nas redes.
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A votação ocorre em um momento de transição na trajetória política de Fávaro. Conhecido por seu trânsito no arco progressista e de centro-esquerda, além de ter integrado o primeiro escalão do governo federal como ministro da Agricultura e Pecuária na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o parlamentar está em reta final de mandato.
Fávaro deixará o Senado Federal em 2028, após ter sido derrotado nas urnas nas eleições em Mato Grosso, quando terminou a disputa pelo Senado na quarta colocação, alcançando 11,50%, o que representou um total de 411.020 de votos.
A PEC foi aprovada por um placar de 75 votos a favor e apenas um contrário, o do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). A proposta reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, assegurando o direito a dois dias de descanso remunerado por semana sem redução salarial.
Em Mato Grosso, a bancada alinhou-se de forma unânime, além de Carlos Fávaro, os senadores Jayme Campos (União Brasil) e Wellington Fagundes (PL) também votaram favoravelmente ao texto.
Como o Senado aprovou a matéria sem alterações em relação ao texto vindo da Câmara dos Deputados, a PEC dispensa sanção presidencial e segue diretamente para promulgação pelo Congresso Nacional. A transição ocorrerá de forma gradual: 60 dias após a promulgação, a jornada máxima cairá para 42 horas semanais com as duplas folgas garantidas, avançando posteriormente para o teto definitivo de 40 horas.













Uelton Santana Ferreira 15/10/2026
Tchau querida vai e não volta Matogrosso agradeço sua saída
1 comentários