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12 de Outubro de 2026

03 de Março de 2026, 18h:58 - A | A

POLÍCIA / MONSTRUOSIDADE

Mãe é presa por explorar filhas e cobrar R$ 250 para praticarem sexo com elas em Cuiabá

Ao chegar ao endereço, os agentes foram recebidos pela criança de 12 anos, que relatou que a mãe costuma "oferecê-la" a terceiros

Reprodução

Ao chegar ao endereço, os agentes foram recebidos pela criança de 12 anos, que relatou que a mãe costuma "oferecê-la" a terceiros

Ao chegar ao endereço, os agentes foram recebidos pela criança de 12 anos, que relatou que a mãe costuma "oferecê-la" a terceiros

GUSTAVO CASTRO
DO REPÓRTERMT



Uma mulher de 43 anos foi presa nesse domingo (1º) acusada de tentar vender as próprias filhas, de 12 e 14 anos, em um bar, em Cuiabá. Ela ainda teria tentando explorar sexualmente as menores, em troca de dinheiro.

Conforme o boletim de ocorrência, o fato foi registrado no bairro Jardim Vitória. A Polícia Militar foi acionada por populares, que informaram que em um estabelecimento da região, uma mulher tentava prostituir a própria filha por R$ 250. 

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Ao chegar ao endereço, os agentes foram recebidos pela criança de 12 anos, que relatou que a mãe costuma "oferecê-la" a terceiros. A mesma situação ocorria com sua irmã mais velha, de 14 anos.

Ainda conforme o BO, no dia, um senhor teria comprado o "serviço" pelo valor mencionado, contudo, ao tentar cometer os atos libidinosos, foi interrompido por populares.

A menina de 12 anos também relatou que foi vítima de estupro de vulnerável no dia 25 de janeiro. Não há informação se o caso está relacionado ao crime de exploração sexual praticada pela mãe.

Em sua versão, a mãe relatou que soube do estupro no momento em que ela contou aos militares. Ela ainda negou que tenha oferecido às filhas. Segundo a mulher, ela teria ido ao bar consumir bebidas alcoólicas porém não levou as menores.

Diante dos fatos, ela foi conduzida para a Delegacia da Polícia Civil. Após audiência de custódia, ela teve a prisão em flagrante convertida em temporária pela juíza Renata do Carmo Evaristo Parreira.

O caso é investigado.

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