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Cuiabá, 20 de Julho de 2024
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02 de Novembro de 2017, 15h:22 - A | A

POLÍCIA / FAZENDA MARABÁ

Funcionários de Pupin dizem ter sido agredidos por seguranças de Eraí Maggi

A situação aconteceu em uma propriedade na Fazenda Marabá, que é alvo de disputa judicial entre os grupos JPupin e Bom Futuro.

RAUL BRADOCK
DA REDAÇÃO



Funcionários do Grupo JPupin denunciaram, nesta semana, à Polícia Civil de Campo Verde  (131 km ao Sul), supostas agressões cometidas por parte de seguranças do Grupo Bom Futuro, de propriedade do empresário Eraí Maggi.

A situação teria ocorrido na Fazenda Marabá, que é alvo de uma disputa judicial entre o empresário José Pupin e Eraí Maggi - representantes de ambos os grupos.

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Na denúncia, os trabalhadores, que moram em uma vila na fazenda, com suas famílias, relataram que foram espancados pelos seguranças quando foram mexer em uma instalação elétrica que fornece energia para as casas.

Os trabalhadores afirmaram que foram agredidos com tapas no rosto e socos ao tentar filmar a coação por parte dos seguranças.

A Polícia Civil informou ao , via assessoria, que o fato foi registrado essa semana e que deve ser investigado pelo delegado na próxima segunda-feira (6), pois ele não está na cidade.

A fazenda foi arrematada por Eraí após a Justiça de São Paulo realizar um leilão para cumprimento de um acordo de recuperação judicial do grupo de José Pupin. Isso para que fosse quitada uma dívida com o Banco Santander.

Eraí então teria contratado seguranças para a propriedade, desde a compra no leilão. Mas, no último dia (25), o leilão foi anulado pela Justiça de São Paulo após ser acatado pedido de Pupin, que argumentou que o procedimento estava com diversas irregularidades, entre elas a ausência de intimação sobre a penhora do bem.

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Dejalma Macedo 03/11/2017

Se foi anulado o leilão a propriedade não é do Erai Maggi não tem porque seus jagunços estar na fazenda praticando crimes.

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1 comentários

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