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Cuiabá, 15 de Julho de 2024
15 de Julho de 2024

25 de Outubro de 2017, 19h:33 - A | A

PODERES / SÓ UM CONTRÁRIO

Sete deputados de MT votam pelo arquivamento da denúncia contra Temer

O único a votar contra o relatório da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) foi o petista Ságuas Moraes.

RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO



Assim como na primeira denúncia, sete dos oito deputados federais de Mato Grosso votaram pelo arquivamento da denúncia para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) investigue o presidente Michel Temer (PMDB) e os ministros Eliseu Padilha (da Casa Civil) e Moreira Franco (da Secretaria-Geral da Presidência), por crimes de obstrução à Justiça e organização criminosa.

Votaram a favor de Temer, os deputados Adilton Sachetti (PSB), Fábio Garcia (PSB), Carlos Bezerra (PMDB), Nilson Leitão (PSDB), Victório Galli (PSC), Ezequiel Fonseca (PP), além de Rogério Silva (PMDB) - suplente de Valtenir Pereira (PSB), que está licenciado do cargo.

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O único a votar contra o relatório da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) foi o petista Ságuas Moraes.

No entanto, por 251 votos a 233 (com duas abstenções e 25 ausentes), os deputados federais decidiram não enviar ao Supremo Tribunal Federal (STF) a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer, apresentada pela PGR.

Rejeitou 1ª denúncia

No dia 2 de agosto, quando a Câmara votou a primeira denúncia contra Temer, os deputados que votaram para o presidente não ser investigado, alegaram que a decisão tinha como objetivo manter a estabilidade política.

No fim da sessão, a Câmara dos Deputados rejeitou o andamento do processo e, por esse motivo, o Supremo Tribunal Federal (STF) terá que arquivar o processo contra Temer.

Para que a denúncia tivesse prosseguimento seriam necessários 342 votos contra o arquivamento, o que não ocorreu. No total foram 264 votos SIM contra 227 votos NÃO, além de duas abstenções e 19 deputados ausentes.

Caso 

Michel Temer passou a ser investigado devido às delações premiadas de executivos do grupo JBS, em que o empresário Joesley Batista gravou uma conversa com o presidente no Palácio do Jaburu, em 7 de março, que ele, supostamente dava o aval para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB), preso em Curitiba, Paraná.

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