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Cuiabá, 15 de Julho de 2024
15 de Julho de 2024

12 de Junho de 2024, 18h:28 - A | A

PODERES / ESCÂNDALO DO ARROZ

Neri diz que sabia que leilão era um equívoco, mas reclama de exoneração: "Não posso ser penalizado por um erro político"; vídeo

Ele ocupava o cargo desde dezembro do ano passado, após recuperar seus direitos políticos.

DAFFINY DELGADO
DO REPÓRTERMT



O ex-secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller (PSD), afirmou que houve um equívoco na realização do leilão para a importação de arroz pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Entretanto, ele enfatizou que não tem relação nenhuma com isso e que não aceitará ser usado como "bode expiatório" dessa questão pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Realmente eu fiquei muito chateado porque, é muito triste para quem tem uma história como eu tenho de 30 anos de trabalho. O setor da agricultura e agropecuária brasileira tem uma relação de confiança comigo, de muito trabalho, tanto como o líder classista, como secretário de política agrícola, como ministro da agricultura e agora secretário e deputado federal. Isso não vai ser jogado no lixo”, declarou em entrevista à Band News.

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"Se lá atrás não teve problema nenhum, agora nesse edital, porque ele é politizado eu vou servir pra sair como bode expiatório dessa questão? Não, eu não vou aceitar isso de forma nenhuma. Que a Polícia Federal e a Justiça averíguem se tem qualquer irregularidade", acrescentou.

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O leilão, cancelado após denúncias de fraude, arrematou 263,7 mil toneladas de arroz importado, sob o argumento de se evitar alta dos preços em razão das chuvas no Rio Grande do Sul.

Ex-deputado federal por Mato Grosso foi exonerado na terça-feira (11), depois da constatação de que a corretora de grãos de seu ex-assessor Robson de Almeida França era a representante de empresas que arremataram 44% dos lotes. Além disso, Robson seria sócio de um dos filhos do ex-secretário.

Geller destacou que havia notado o equívoco no leilão, mas que segue hierarquia. Por fim, ele explicou que está tranquilo e que o tempo deverá esclarecer tudo.

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"O tempo vai esclarecer. Tenho um respeito grande pelo governo, mas foi um equívoco esse leilão, acho por convicção e não é uma posição de agora, é posição desde o início e o setor sabe disso, a Esplanada dos Ministérios sabe disso também, mas eu sou um cara que sigo a hierarquia", explicou.

"Então eu me referir a não ser o culpado por esse equívoco que foi cometido, eu não posso ser penalizado por um erro político que foi cometido na condução desse leilão. Então estou muito tranquilo, vamos deixar as coisas acontecerem que no desenrolar vamos deixar as coisas muito claras", emendou.

Veja entrevista:

Comente esta notícia

Ledi 14/06/2024

Faz o L e chora traidor

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Paulo Sa 13/06/2024

Amigues é pra isso! Tomara que tudo se esclareça!

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Roberto 12/06/2024

Quem anda com porco farelo come! Nada nesse governo é por acaso, não existe boa intenção com pessoas desonesta....

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3 comentários

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