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06 de Outubro de 2016, 11h:00 - A | A

PAPO RETO / OPERAÇÃO FILHOS DE GEPETO

Romoaldo Júnior só não foi preso porque tem foro privilegiado

Romoaldo é investigado por participação em esquema que teria desviado R$ 9,4 milhões da Assembleia Legislativa.

RepórterMT

Romoaldo prestou depoimento ao Gaeco nesta quarta e foi liberado.

Romoaldo prestou depoimento ao Gaeco nesta quarta e foi liberado.

DA REDAÇÃO



Na denúncia que apresentou contra o advogado Júlio César Domingues Rodrigues e contra o chefe de gabinete Francisvaldo Mendes Pacheco, que trabalha para o deputado Romoaldo Júnior (PMDB), o Ministério Público Estadual (MPE) deixou registrado que possuía razões suficientes para embasar o pedido de prisão preventiva também do parlamentar, mas somente não o fez por conta do foro privilegiado de que dispõe em função do cargo eletivo.

Apesar de não ter sido preso, Romoaldo Júnior e outros parlamentares investigados no âmbito da operação Ventríloquo, cujos nomes não foram divulgados, respondem a ação que tramita em segredo de Justiça no Tribunal de Justiça de Mato Grosso. A investigação trata sobre desvio de R$ 9,4 milhões da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), no ano de 2014, por meio de uma negociação de dívida com o banco HSBC. 

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