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18 de Maio de 2018, 09h:39 - A | A

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Defesa de Maggi alega que há 'interpretação nova de prova velha' na Ararath

RepórterMT

Conforme denúncia, em 2009, quando era governador de Mato Grosso, Blairo teria participado de suposto esquema de compra e venda de vagas no Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Conforme denúncia, em 2009, quando era governador de Mato Grosso, Blairo teria participado de suposto esquema de compra e venda de vagas no Tribunal de Contas do Estado (TCE).

DA REDAÇÃO



A defesa do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, vai contestar no Supremo Tribunal Federal (STF) uma das provas da investigação por corrupção ativa, no âmbito da Operação Ararath.

A procuradora Raquel Dodge afirma na denúncia que, em 2009, quando era governador de Mato Grosso, Blairo teria participado de suposto esquema de compra e venda de vagas no Tribunal de Contas do Estado (TCE).

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Segundo o advogado de Maggi, Fabio Galindo, após um ‘minucioso trabalho de pesquisa’ foi encontrada uma nota fiscal na pagina 63 do anexo 51 do inquérito 86/2014, arquivado por Tóffoli.

Galindo aponta que ‘fica provado agora que o inquérito é uma interpretação nova de prova velha’.

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