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24 de Dezembro de 2017, 07h:55 - A | A

OPINIÃO / GRACI OURIVES

Vida x abandono: cadê o Estado?

Nenhum político surge no cenário.



“O primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que tem à sua volta.” (Nicolau Maquiavel, 1469-1527). 

Na atualidade, tantos jantares concretizados por uma elite política para manter se no poder central. É lamentável, no Brasil há tantos famintos e doentes nas ruas. 

O dirigente do Brasil esteve ladeado de ‘assessores’ que nos causa estranheza. Refletimos Maquiavel. 

E mais ainda, temos alguns políticos nas ‘celas’. Há político até com apelido, de ‘caju’, circulando nos poderes, e está no poder há décadas, desfrutando mordomias. Alguns insistem em continuar, a qualquer custo. Vergonha nacional, tentando continuar ‘estrela’. Que lástima! 

E, pior ainda querem prosseguir tentando administrar nossos recursos, ou seja, nossos suados impostos. Aquele dinheiro que somos obrigados a ‘desembolsar’ senão nosso nome vai para lista de péssimos contribuintes. 

A maioria da população brasileira é detentora só da identidade, e honramos. Há de se notar que, para a classe “B”, à “É, a Lei vigora. Não há jantares “elegantes” e sim programar como pagar as contas básicas. 

Contudo para os mandatários: perfeita ordem e segurança. Para isto passam longas noites articulando como ‘direcionar’ votos para a estabilidade no poder. Há sensação de ‘curral eleitoral’? Será que às noites perdidas de alguns políticos não encontra se similaridade com período do ‘coronelismo’. 

Alguns políticos defendem-se arduamente para não responder a processos. Estes se utilizam todas as artimanhas e pequenas frestas para estabelecerem no poder. Isto de longa data. 

Há alguns políticos que na hora do voto diz: “voto conforme orientação do partido”. Quanta vergonha! Ouvir este tema “orientações”. 

O tema “orientado” para votar? Faz-nos recordar do livro “Coronelismo, enxadas e votos” em que o autor Victor Nunes Leal, (1948), abordou o tema da submissão da massa sem cultura ou quase analfabeta. Parte da população do período em sua maioria não detinha o processo de ler, escrever e interpretar um texto. 

Será que na atualidade os governantes estão preocupados em cumprir a Constituição? Educação, Saúde, moradia, segurança e ecossistema? 

Vamos nos ater ao “Morro da Luz”, onde existem muitos doentes, mas estão distantes dos eleitos. Contudo próximo da sociedade trabalhadora. 

O Morro da Luz, ainda preserva avifauna, contudo há pombas, e podem contaminar o ambiente, existe ponto de ônibus. Ainda mais que pessoas de todas as idades se fazem presentes para utilizar os meios de transporte. E neste movimento populacional há os doentes pelo ilícito. 

Nenhum político surge no cenário. É real que os jovens doentes existem, despertem poderes. 

Notar-se-á a falta de humanidade dos governantes para com estes jovens doentes. Nenhum hospital para o tratamento dos doentes? Quanto é humilhante para o trabalhador não sentir os frutos saudáveis do nosso trabalho lícito. 

Existem jovens cambaleando com o efeito do ilícito, é este fato e ato que presenciamos na atualidade no Morro da luz. Eles são doentes, largados e abandonados. Há mulheres a cada dia que, lamentavelmente fazem parte da ‘subida do morro”. Ausência de políticas públicas? Estado ausente? 

Notável visualizar que os negros, a população LGBT, não estão enfronhados na corrupção. Parabéns! 

Celeridade para que exista um Parque com ecossistema preservado e administrado com responsabilidade, assim será para o bem-estar de todos. 

GRACI OURIVES DE MIRANDA – professora Português/literaturas: Língua Portuguesa e inglês/literatura inglesa. Formada - UFMT. Registro LP9614565/DEMEC/SP-SP. Especialização História Social - UFMT. Curso - USP-SP: “Prática de ensino da língua inglesa”. 02 artigos científicos -UFMT.04 Livros publicados, sendo 1 - obra científica 

go.miranda@uol.com.br 

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