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28 de Novembro de 2014, 11h:37 - A | A

OPINIÃO /

Estar de volta

De repente o desconhecido se manifesta e promovem encantos logo no primeiro contato

WILSON CARLOS FUÁ



Muitos acreditam que ao nascermos já constava em nossa programação de vida um encontro combinado de almas, e que esse encontro já estava previsto muito antes do conhecimento de nomes, corpos e rostos.

As próprias circunstâncias nos leva a caminhar livremente por certas fronteiras que no passado funcionaram como fator que por desacordo interromperam vidas e finalizou pactos de amor que até pareciam eternos, mas por decisão erradas ou precipitadas separaram corpos e os caminhos ficaram opostos, mas recomeçar faz com que as emoções possam liberar mentes e corpos de pessoas comuns entre si e sentimentos iguais.

De repente o desconhecido se manifesta e promovem encantos logo no  primeiro contato e aquelas  pessoas que estavam afastadas  por anos de desencontro, o acaso assume o poder de mostrar o caminho certo em busca do reencontro que já estava programado muito antes do próprio nascimento  e aquela suavidade das almas afins passam a produzir  enormes emoções incontroláveis e esses entusiasmos sem limites produzem  sensação de bem-estar, que  fazem com que as força antes opostas passem a unir aquele amor antes esperados, como se fossem dois seres de almas gemias, obedecendo o que já estava escrito, confirmando aquele pacto de serem felizes e obedecendo as leis celestiais na tentativa de recuperar o tempo perdido, como se fosse possível.  

O reencontro fica esperar por pessoas iguais nas esquinas da vida. E ao assumir a volta, nesse momento basta perdoar o que um dia machucou e relembrar as emoções passadas prazerosas, reviver as alegrias e abandonar as dores provocadas pelas quedas ou separação. O importante estar disponível para vestir a roupa do futuro com as cores do  encanto de estar juntos e nesse momento basta reaprender a amar naturalmente e deixar que as energias positivas produzam emoções para uma nova vida assumindo o poder de receber e dar emoções positivas, alimentadas por declaração sequenciadas de  reconhecimentos em forma de satisfação e felicidade continuada.

Apesar de separados,  por onde andavam, a distância era diminuída pelos pensamentos que nunca aceitou o afastamento e como um livro espiritual continuava a história de vidas que apesar de estar seguindo em caminhos opostos, na verdade estavam unidas por sentimentos presos pela vontade de um dia estar juntos.

Economista Wilson Carlos Fuáh – É Especialista em   Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas.

 

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