Cuiabá, 31 de Janeiro de 2023
logo

29 de Outubro de 2014, 10h:52 - A | A

JUDICIÁRIO / FORA DE CIRCULAÇÃO

Justiça condena trio a 16 anos de prisão por tráfico de 241 kg de maconha

João Batista Vieira dos Santos foi condenado a 16 anos e dois meses de prisão, enquanto Antônio Aparecido Nascimento Santana e Rhuan Feitosa Pereira pegaram 14 anos e seis meses de detenção, cada um.

DA REDAÇÃO



O juiz da Primeira Vara Criminal de Rondonópolis, Wladymir Perri, condenou três homens por tráfico de drogas e de munições. Os acusados foram presos em flagrante em março do ano passado ao passarem por revista policial no entroncamento entre as BRs 163 e 64, sentido Campo Grande (MS). Eles foram pegos com 241 kg de maconha e munições de diversos calibres.

João Batista Vieira dos Santos foi condenado a 16 anos e dois meses de prisão, enquanto Antônio Aparecido Nascimento Santana e Rhuan Feitosa Pereira pegaram 14 anos e seis meses de detenção, cada um. Inicialmente, todos terão que cumprir pena em regime fechado.
 
De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF), João e Antônio transportavam um pacote de munições calibre 38 sem autorização legal. Ao serem parados pelos policiais, os dois deletaram que uma terceira pessoa que vinha em outro veículo também transportava munição. Com base na descrição do veículo os policiais pararam o veículo conduzido por Rhuan. Com ele os PMS encontraram centenas de munições e vários pacotes com droga.
 
Conforme o MPF, os homens partiram do município de Ponta Porã (MS) para o Paraguai, de onde voltavam com destino a Cuiabá. O entorpecente seria entregue a uma quarta pessoa mediante pagamento de R$ 10 mil.
 
O magistrado acatou a denúncia e reforçou que o que não falta nos autos são indícios de que os crimes foram praticados pelo grupo. “Pois bem, das provas contidas nos autos e acima transcritos, verifica-se a incidência no caso [...] vez que os acusados João Batista Vieira dos Santos, Antônio Aparecido Nascimento Santana e Rhuan Feitosa Pereira, se uniram, respectivamente, para a prática de tráfico ilícito de entorpecente”, diz trecho da decisão.
 

Comente esta notícia