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Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011, 18h:05

Sindjor-MT detona Folha de Estado e Diário de Cuiabá

Jornalistas da mídia impressa em Cuiabá preparam um protesto público para a próxima segunda-feira (21). Com o apoio do sindicato da categoria, o Sindjor-MT, os profissionais da Folha do Estado farão uma assembleia-geral na porta da empresa. Na ocasião, eles poderão decidir por uma greve geral. Os salários estariam atrasados. No mês passado, os repórteres do Diário de Cuiabá cruzaram os braços por 24 horas pelo mesmo motivo. O Sindjor emitiu uma nota, explicando toda a situação e detonando o Diário de Cuiabá e a Folha do Estado. Confira nota:


Jornalistas indignados de Cuiabá resolvem dizer um basta para os atrasos salariais. A prática se tornou cultural especialmente em dois dos jornais impressos mais expressivos e tradicionais da capital: Folha do Estado e Diário de Cuiabá. Diante da situação vexatória e sufocante, proporcionada por dois meses de salários atrasados, os jornalistas da Folha ameaçam paralisar as atividades. Cerca de 80% dos trabalhadores apoiam a iniciativa. No  mês passado, os trabalhadores do Diário já fizeram um dia de paralisação, para mostrar que também já estão saturados. Por lá, os salários chegam atrasar quatro meses ou mais.

Dessa forma, o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor – MT) conclama a união da categoria  para Assembleia Geral. Em pauta: indicativo de greve dos jornalistas da Folha do Diário devido aos constantes atrasos salariais. A Assembleia vai ocorrer na segunda-feira (21), em frente à sede do jornal Folha do Estado, com convocação a partir das 18h30.

O Sindjor, mais uma vez, pede a união da classe e presença maciça da categoria na Assembleia, por entender que essa é uma luta de todos. Se essa situação perdurar, os jornalistas que não sofrem com atrasos salariais hoje podem vir a sofrer amanhã, pois atrasos salariais refletem em todo o mercado.

Além disso, o Sindicato pede também para que os colegas repliquem essa nota em sites, blogs, listas de emails, jornais impressos, rádios e TVs. E também disseminem o movimento “Jornalistas na Forca” nas redes sociais, principalmente no facebook e Twitter. O objetivo é fazer um twitaço com a  hashtag: #JornalistasnaForca.

Só com uma base forte a categoria poderá lutar  por melhores salários e condições de trabalho.