DA REDAÇÃO
O ex-secretário da Casa Militar, coronel Evandro Lesco, réu confesso no esquema denominado “Grampolândia Pantaneira”, revelou que tentou fechar acordo para delatar o caso, com a Polícia Civil, no período em que ainda estava preso. Mas as tratativas foram suspensas após o então governador Pedro Taques (PSDB) pedir para ser investigado. Por causa do foro privilegiado dele, os processos subiram para o Superior Tribunal de Justiça (STJ).
“Os autos foram remetidos à instância superior e, naquela ocasião, fiquei impedido de prosseguir. Sequencialmente busquei fui à Procuradoria-Geral da República e abrimos uma tratativa perante novo termo de confidencialidade por isso não tratei sobre esse assunto na presente ação penal”, contou.
Após deixar o cargo de governador no dia 1º de janeiro, Taques perdeu o foro e ação desceu para o Ministério Público Estadual (MPE), no entanto, Lesco teve o pedido negado pelo órgão.
















