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27 de Maio de 2016, 14h:34 - A | A

PAPO RETO / BOATOS SOBRE PRIVATIZAÇÃO

Em nota, governo nega cobrança de mensalidade nas escolas

A nota salienta que tais informações inverídicas seriam propagadas, em meio à classe estudantil, com intenções políticas.

Assessoria

Governador alega que boatos têm cunho político.

Governador alega que boatos têm cunho político.

DA REDAÇÃO



Diante de uma série de divulgações de que o governo do Estado pretende privatizar as escolas e cobrar mensalidades pelo ensino, o Executivo estadual publicou uma nota oficial, na página do governo de Mato Grosso, a fim de desmentir as informações.

A nota salienta que tais informações inverídicas seriam propagadas, em meio à classe estudantil, com intenções políticas.

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A celeuma entre governo e classe estudantil iniciou com o anúncio de que o Estado pretende aderir ao sistema de Parceria Público Privada (PPP) para a prestação de serviços de construção e reforma de escolas.

Na publicação o Executivo reforça a intenção de manter diálogo e reafirma não se tratar de privatização.

Confira a nota na integra:

O Governo de Mato Grosso desmente os boatos propagados em escolas sobre a privatização na educação e reafirma seu compromisso de diálogo com a comunidade escolar para possível implantação de Parcerias Público-Privadas (PPPs), que vai possibilitar a abertura de 40 mil novas vagas na rede de ensino público.

O Governo do Estado esclarece que as mentiras divulgadas aos alunos têm interesses políticos e que os propagadores dessas mentiras sabem que o projeto visa a melhoria do ambiente de ensino. Não vai haver privatização e nem cobrança de mensalidade dos alunos nas escolas públicas.

 

O Governo de Mato Grosso informa ainda que está e sempre esteve aberto ao diálogo. Prova disso é a determinação do governador Pedro Taques para que sejam realizadas audiências públicas para esclarecer a população e a comunidade escolar sobre as PPPs. Além disso, professores e estudantes serão convidados a escolher, por meio de eleição nas escolas, se querem ou não a inclusão de suas escolas no projeto.

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