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27 de Setembro de 2026

12 de Fevereiro de 2026, 16h:04 - A | A

CIDADES / PREÇOS NAS ALTURAS

Com gasolina a quase R$ 6,50 o litro em Cuiabá, MP e polícia iniciam "varredura" em postos

Levantamento aponta que preço ao consumidor subiu mais rápido que o valor nas distribuidoras. Órgãos de controle apuram se há irregularidades no mercado.

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Instituições buscam respostas para os valores praticados em Cuiabá.

Instituições buscam respostas para os valores praticados em Cuiabá.

ANA JÁCOMO
DO REPÓRTERMT



 Após o valor do combustível registrar uma alta de quase 30% em Cuiabá nos últimos 3 anos, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e as forças de segurança do Estado iniciaram uma ofensiva para monitorar de perto a política de preços praticada pelos postos da capital.

A mobilização ocorre após dados oficiais revelarem que o preço pago pelo motorista cuiabano subiu de forma muito mais acelerada do que o custo de distribuição. Entre janeiro de 2023 e janeiro de 2026, a gasolina comum acumulou uma alta de 29,8% em Cuiabá, passando de um preço médio de R$ 4,96 para R$ 6,44 por litro.

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O encontro estratégico, realizado nesta semana, contou com a participação da 6ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Consumidor, da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), da Delegacia do Consumidor (Decon), do Procon-MT e da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT).

Segundo a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, o objetivo é acompanhar as práticas comerciais que impactam diretamente o bolso do cidadão e garantir que os preços reflitam a realidade do mercado.

Leia mais: Gasolina dispara em Cuiabá e fica quase 30% mais cara em três anos

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação conjunta visa esclarecer e verificar se há desconformidades com a legislação.

“O objetivo é assegurar os direitos do cidadão e buscar soluções para os preços dos combustíveis praticados na capital”, afirmou. Caso sejam comprovadas irregularidades após as apurações, as responsabilidades serão processadas conforme a lei.

Preços nas alturas

A articulação institucional ocorre no momento em que dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram uma variação significativa nos preços.

Na modalidade aditivada, o aumento no mesmo período foi de 30,7%, com o valor médio saltando de R$ 5,05 para R$ 6,60.

Os dados da ANP também detalham o comportamento dos preços nas refinarias e distribuidoras. Enquanto o valor final na bomba subiu cerca de 30% em três anos, os custos de distribuição apresentaram aumentos entre 21% e 25%.

Em janeiro de 2023, o preço médio de distribuição da gasolina comum era de R$ 4,42, chegando a R$ 5,36 em dezembro de 2025.

A Agência reforça que o preço final ao consumidor é influenciado por uma composição de fatores, que incluem o valor nas refinarias, a carga tributária estadual e federal, os custos operacionais das empresas, a adição de biocombustíveis e as margens de lucro de distribuidores e revendedores.

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antonio 13/02/2026

É muito amor.. lula lá!! brilha uma estrela.

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fabio 13/02/2026

tem que começar pelo chefe o presidente não ficava enchendo o saco dizendo que era culpa do bolsonaro???? dolar baixo, baril baixo, a culpa é de quem ??????

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Benedito Rodrigues da Silva Ferraz 12/02/2026

Cuiabá está entregue nas mãos de uma máfia, e se organiza em cartel. Estado e município são aliados conivente com esse assalto ao bolso do consumidor.

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